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Psicoterapia que vira a chave: o sintoma não é o problema.

  • Foto do escritor: Luciana Gomes
    Luciana Gomes
  • 11 de mar.
  • 3 min de leitura

A verdade é que muitas pessoas chegam à psicoterapia esperando uma solução instantânea — como um comprimido de dose única.


As pessoas querem resolver os sintomas da ansiedade, mas não querem deixar de ser ansiosas. Querem se relacionar melhor, mas não querem mudar a forma como se comunicam e agem nas relações. Querem entender e resolver suas dores, suas questões, mas não querem acessar aquilo que dói. Querem resolver traumas e fobias, mas preferem evitar revisitar seus medos.

Na maioria das vezes, o desejo é apenas aliviar o sintoma — aquilo que incomoda, o que aperta, o que dói. E querem que isso aconteça rápido. Mas na psicologia, não funciona assim.



O que não é dito, retorna. E ecoa a partir dos sintomas até ser escutado.

Aliviar o sintoma pode até trazer um respiro momentâneo. Mas é como tapar o sol com a peneira: alivia, mas não resolve.

A essa altura, talvez você já tenha percebido isso — afinal, foi o que te trouxe até aqui.



Pra começar:

⸻ Sintoma não é problema, é o aviso.


Estamos fadados a repetir aquilo que não conseguimos elaborar.

Se a questão de fundo não é trabalhada, se não há um processo real de conscientização e amadurecimento — que cada história e contexto exige — o sintoma retorna.


Ele retorna porque a chave ainda não virou.

Pensa comigo: Se a chave não vira, a porta não se abre. E sem abrir a porta, não existe passagem para uma nova fase.


E vale lembrar:


Ter autocontrole diante dos sintomas não é sobre se reprimir,

é mais sobre ter inteligência emocional.


Psicóloga otimista em seu consultório
Psicóloga Luciana Gomes fala sobre a prática de uma Psicoterapia que vira a chave.

Tenho muito orgulho em dizer que mais de 90% dos meus clientes que chegam com questões relacionadas à ansiedade aprendem a controlar os sintomas já no primeiro mês de terapia.


Eles aprendem a lidar com o incômodo dos sintomas enquanto, em paralelo, desenvolvem seu processo terapêutico de acordo com suas necessidades individuais.

Muitas vezes, nem lembram da última crise de ansiedade.


Ao longo do caminho, o cliente passa a ter consciência de onde está no processo e para onde está caminhando. Situado, localizado, senhor do seu GPS.


O que pode acontecer já não assusta mais.

O que antes te paralisava deixa de ter o mesmo poder.


Meus clientes:

  • Estão mais ocupados com seu crescimento e seus objetivos.

  • Comemoram seus avanços;

  • Sabem melhor o que querem;

  • Se mobilizam em direção às próprias realizações;

  • Aprendem a administrar seu contexto emocional durante todo o processo.


    O objetivo é se tornar ocupado demais consigo mesmo e consciente sobre as possibilidades.


Psicóloga Luciana Gomes comenta em entrevista: "É preciso ter comprometimento com o processo. Não desviar das situações difíceis, dos desconfortos.", e afirma: "Terapia muda o mundo de que faz"

Então eu te pergunto:


E aí, lagarta: vai ser comida de passarinho ou vai aprender a voar?


Psicoterapia não é sobre conforto.

É sobre compreender quem se é.

Saber quem quer ser.

Ir em busca disso.

Ter a liberdade de se redescobrir e mudar de ideia no meio do processo — e está tudo bem.


Isso é maravilhoso, não é?


Se você chegou até aqui, talvez já tenha percebido que não se trata apenas de silenciar sintomas, o sintoma não é o problema. — mas de transformar a forma como você vive, sente e se relaciona com a sua própria história.


A psicoterapia é onde essa chave finalmente pode virar. E, às vezes, tudo o que falta para uma nova fase começar é decidir abrir essa porta.


Psicóloga Clínica Luciana Gomes

📍 Rua Olinda Ellis, 563 - Campo Grande – RJ


Fotografia e Comunicação Visual: Gabriela Carvalho @carvgarbis_socialmedia

 
 
 

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